Na sociedade actual, a dependência do telemóvel é um facto. Um estudo da IDC em parceria com a Nortel mostra que mais de um terço da população trabalhadora escolheria o seu telemóvel em detrimento da carteira, chaves, computador ou MP3 caso tivessem de sair de casa durante 24 horas e só pudessem levar um objecto consigo.
A análise, que teve como base inquirida uma amostra de quase 2,4 mil pessoas, mostrou que mais de 38 por cento dos entrevistados não sairia sem o telemóvel, enquanto que menos de 30 por cento levaria a carteira consigo.
Através deste estudo, as duas empresas tentaram saber a percentagem de utilizadores que podem ser classificados como "hiperconectados", ou seja, os que precisam de se fazer rodear pelo menos sete equipamentos, como telemóveis ou laptops, e por nove aplicações como o email, IM ou o Facebook.
A resposta foi 16 por cento embora a tendência é que esta quota aumente até aos 40 por cento nos próximos cinco anos. O país com a maior percentagem de hiperconectividade foi a China. O Canadá e os Emirados Árabes Unidos foram os países com menor número de utilizadores a serem enquadrados neste grupo.
O serviço é considerado pela Nokia como um acréscimo à rede social da empresa, o portal Ovi, onde os utilizadores dos seus telemóveis já podem partilhar alguns conteúdos, como fotos, vídeos ou música entre si.
Uma das particularidades do serviço é a possibilidade de se poder definir percursos pedestres ou para quem faça viagens de automóvel, refere o portal eFlux Media.
Outra das características principais da funcionalidade permite aos utilizadores marcarem pontos de interesse que podem ser partilhados com outros utilizadores através do portal Ovi.
Por enquanto o serviço apenas vai estar disponível nos telemóveis S60, mas a Nokia pretende disponibilizá-lo noutros aparelhos durante os próximos tempos.
A Apple assinou novos contratos para a distribuição do iPhone em quatro novos mercados na região Ásia-Pacífico, nomeadamente Singapura, Filipinas, Austrália e Índia.
De acordo com a imprensa internacional, o telemóvel vai estar disponível até ao final deste ano na Índia, através da Bharti Airtel, e na Austrália pela mão da Optus.
Com estas parcerias a Apple coloca um ponto final na sua estratégia inicial de distribuição exclusiva do iPhone. Ainda na semana passada a Vodafone anunciava uma parceria com a empresa para a distribuição do telemóvel em dez países, entre os quais Portugal. No mesmo dia TMN e Optimus garantiram que também mantêm negociações com a empresa de Steve Jobs.
O que acontece é que, com esse acordo, o iPhone passa a estar disponível na Alemanha e no Reino Unido através de dois operadores, já que a O2 e a T-Mobile vendem actualmente o equipamento nesses mercados. Ou seja, acaba a distribuição exclusiva.
O mesmo deverá acontecer também na Índia e na Austrália. Em causa está o acordo com a SingTel que revelou hoje que seu contrato visa a distribuição do iPhone naqueles dois países, para além de Singapura.
Daqui a um mês e meio, o iPhone completa um ano no mercado norte-americano. Para assinalar a data, especula-se que a Apple introduza um novo modelo do equipamento, desta vez em versão 3G.
A Fortune fez recentemente um mapa que permite ter uma noção mais real da distribuição do telefone da Apple pelo mundo. Veja abaixo onde já chega o equipamento da empresa americana, ou onde chegará a breve prazo dado já existirem acordos comerciais confirmados.
O Vaticano prepara-se para usar um meio de contacto mais eficaz com os 125 mil jovens que este ano deverão atender à chamada da igreja católica para participar na edição 2008 das Jornadas Mundiais da Juventude.
O encontro decorre em Sidney na Austrália e durante os seus seis dias o Papa vai usar as mensagens de texto para uma comunicação mais pessoal com os participantes, transmitindo-lhes por esta via mensagens de "inspiração e esperança", garante o Vaticano.
A tecnologia marcará presença de outras formas no evento que decorre em Julho, seja através do muro digital de oração que se pretende erguer, seja através da rede social que está a ser criada e permitirá trocar contactos e experiências entre os participantes.
Depois de meses de expectativa a Vodafone internacional confirmou hoje um acordo com a Apple para levar o iPhone a um conjunto de países onde o equipamento ainda não está disponível, Portugal incluído.
A informação disponibilizada no comunicado internacional do grupo é escassa e a filial portuguesa também não adianta outros pormenores. O comunicado adianta apenas que foi alcançado um acordo com a empresa de Steve Jobs abrangendo 10 países: Austrália, República Checa, Egipto, Grécia, Itália, Índia, Portugal, Nova Zelândia, África do Sul e Turquia.
Embora a Vodafone não confirme a informação, é expectável que o iPhone alvo do acordo seja já a versão 3G do equipamento, que se espera seja lançada em Junho, tendo em conta os rumores que circulam há várias semanas e as campanhas levadas a cabo pelos operadores que já comercializam a actual versão do produto.
Como o TeK já tinha noticiado, o iPhone baixou de preço na Alemanha, Reino Unido e França para quase metade do valor inicial. Uma redução que é encarada como um sinal de que o modelo não teve na Europa a aceitação que teve nos Estados Unidos, pelo que terá sido necessário levar a cabo medidas que permitissem reduzir os stocks existentes antes da chegada de um novo modelo, mais de acordo com as expectativas europeias.
Recorde-se que o iPhone foi anunciado o ano passado em Junho. Este ano o mesmo mês pode servir para apresentar mais novidades. Eventualmente a conferência de progrmadores WWDD, que se realiza de 9 e 13 de Junho em São Francisco e que pode vir a acolher novo anúncio de uma segunda geração do equipamento.
A Vodafone era dada como afastada do negócio do iPhone. Na altura em que o equipamento chegou ao mercado vários rumores indicavam a existência de negociações entre a fabricante e a Vodafone, que segundo as mesmas fontes não produziram resultados graças ao modelo de negócio imposto pela Apple.
Rumores mais recentes dão conta de uma alteração de estratégia da Apple que na segunda geração do equipamento deixará de apostar numa política de exclusividade do equipamento em cada país, normalmente favorecendo o operador líder de mercado. Embora a informação não seja confirmada pela empresa a assinatura de um acordo de distribuição com a Vodafone para Itália parece ser um sinal, já que este é o segundo acordo de distribuição assinado no país, o que o torna o primeiro mercado com duas empresas a vender o iPhone.