Tendo em conta que a popularidade e base de utilizadores são medidas fiáveis para a susceptibilidade de uma plataforma computacional a falhas de segurança, em parte por uma questão simplesmente numérica, já que qualquer esforço mal-intencionado é calculado em termos do seu impacto e rentabilidade, o iPhone inicia agora aquela que deverá ser uma longa carreira de exposição de falhas de segurança.
Aviv Raff, da Insecurity e Charles A. Miller, da Independent Security Evaluators, são apenas dois dos investigadores que já chamaram a atenção da Apple para algumas falhas críticas de segurança no telemóvel da empresa de Cupertino. As vulnerabilidades apontadas foram documentadas e são passíveis de serem reproduzidas, mesmo em ambientes não controlados.
A falha de segurança denunciada por Aviv Raff, a mais simples, dá conta da susceptibilidade da aplicação de correio electrónico Mail e do browser Safari ao spoofing de URLs ou endereços electrónicos manipulados. Segundo Raff, e enquanto a Apple não emitir uma solução oficial, os utilizadores devem aceder a sites apenas através da introdução manual dos endereços.
Já a equipa da Independent Security Evaluators, liderada por Charles A. Miller, antigo funcionário da National Security Agency, orgão de segurança e espionagem dos Estados Unidos, detectou uma falha de segurança mais profunda, em que software malicioso pode ser corrido à revelia do utilizador, directamente de um sítio web ou através de um router Wi-Fi comprometido.
O código utilizado por Charles A. Miller permite a recolha e exportação de todos os dados pessoais contidos no iPhone, incluindo contactos, emails, SMS, imagens, etc. O investigador salienta que a convergência dos telefones, onde estão geralmente contidas informações bastante precisas e de cariz pessoal, com a internet, torna este tipo de aparelhos uma verdadeira "mina de ouro" para os hackers.
Já alertada para os riscos que os utilizadores correm, a Apple anunciou que está a investigar o caso, mantendo-se atenta e receptiva às informações prestadas pelas firmas e especialistas de segurança informática.
Paralelamente, os investigadores anunciaram a criação de um site, que deverá estar online nos próximos dias, com detalhes da falha de segurança.
Os utilizadores dos smartphones Blackberry já podem aceder aos conteúdos Windows Live, entre os quais o Maps, Spaces, Hotmail e o Messenger, informou a Microsoft.
De acordo com a fabricante, o segmento de aplicações Live pode ser descarregado a partir dos equipamentos já existentes no mercado enquanto que, os novos terminais já trarão os programas embutidos e visíveis através de ícones no desktop do dispositivo.
Tal como acontece noutras plataformas, para aceder aos serviços, o utilizador terá de inserir o seu email e password nos campos próprios das aplicações. A caixa de correio dos Blackberry está directamente sincronizada com a caixa de correio online e oferece suporte às contas Hotmail, MSN ou Live, explicou a Microsoft.
O anúncio da RIM, fabricante da Blackberry, e da Microsoft surge no mesmo dia em que foi lançada uma nova versão do Windows Live e na mesma altura em que diversas companhias revelam novos equipamentos. O objectivo das empresas é alargar o seu nicho de mercado, acompanhando o furor que o iPhone tem vindo a fazer um pouco por todo o mundo.
Face à pressão da presença do Apple iPhone na oferta dos restantes operadores, Vodafone e Optimus, a TMN acaba de adicionar uma nova gama de topo, denominada TMN Special Edition e constituída por dois terminais com interface por toque, o HTC Diamond e o Samsung Omnia, exclusivos à operadora, bem como pelo Nokia N95 8GB.
A oferta TMN Special Edition posiciona-se assim na mesma gama alta que o telemóvel da Apple, oferecendo características e funcionalidades técnicas em paridade ou superiores às do iPhone, incluindo acesso à internet de banda larga em mobilidade, ecrãs e hardware adaptados à reprodução de filmes, música e visualização de fotos, ligação Wi-Fi, câmara de 3,2 Megapixéis no HTC e de 5 Megapixéis no Nokia e Samsung e armazenamento interno amplo, de 4GB no HTC, 8GB no Nokia e 8 ou 16GB no Samsung, todos expansíveis através de cartão de memória.
Em conjunto com a nova gama Special Edition, e com a renovação da oferta de tarifários da operadora, foram ainda apresentados os novos tarifários pack t, incluindo comunicações gratuitas na rede TMN, limitadas a 5,000 minutos mensais e disponíveis em três 'tamanhos'.
O pack t M inclui 250 SMS e comunicações gratuitas para TMN, por 29,90 euros mensais, enquanto o pack t L acrescenta, às comunicações gratuitas, 100 minutos de chamadas e 100 SMS para outras redes e 5,000 SMS para TMN, por 49,90 mensais e o pack t XL, por 99,90 euros mensais, cumula os anteriores tarifários com 500 minutos e 500 SMS para outras redes, 250MB de tráfego internet mensal, 2GB de tráfego nos hotspots PT Wi-Fi e acesso ao Meo Mobile.
Os restantes tarifários pós-pagos TMN tomam o nome rede t, com tarifas distintas nas chamadas para TMN e outras redes e flat, disponível nos tamanhos S, M e L, conforme os consumos obrigatórios mensais, e com uma tarifa fixa nas chamadas para todas as redes.
Os packs t M e L obrigam à contratação do serviço móvel de dados Internet Telemóvel Plus, igualmente apresentado hoje, e que inclui 250MB de tráfego internet, 250 SMS para a TMN e 2GB de tráfego nos hotspots PT Wi-Fi, por 15 euros mensais.
A contratação por 24 meses dos tarifários pack t permite a compra dos telemóveis TMN Special Edition, desde 99,90 euros (com o pack t XL) e até 209,90 euros (com o pack t M, para o Nokia N95 8GB).
Os telemóveis TMN Special Edition podem ainda ser adquiridos sem vinculação, com a oferta de 24 meses do serviço Internet Telemóvel Plus em planos pós-pagos e redução de 50% no valor mensal do serviço, durante o mesmo período, em qualquer tarifário pré-pago. O Nokia N95 8GB custa, na TMN, 509,90 euros, o Samsung Omnia, 489,90 euros e o HTC Diamond, 459,90 euros.
O lucro da LG Electronics aumentou mais de 80%, no segundo trimestre do ano, impulsionado pelo crescimento das vendas de telemóveis.
O resultado líquido do segundo trimestre da empresa aumentou 84% para os 706,9 mil milhões de won (438,7 milhões de euros), quando no mesmo período do ano anterior tinha sido registado um lucro de 384,6 mil milhões de won, anunciou a LG hoje, de acordo com a Bloomberg.
A empresa acrescentou ainda que as suas receitas aumentaram 22,5% para os 7,23 biliões de won.
Os fornecimentos de telemóveis cresceram 45% com os modelos Viewty, Voyager e Secret a ajudarem a empresa a corresponder à procura de modelos “touch-screen”, procura que foi impulsionada pelo iPhone da Apple.
A LG junta-se assim à Nokia em apresentar resultados melhores que o esperado pelos analistas e deverá superar as vendas da Motorola neste trimestre, segundo as estimativas do Macquirie Group, avança a agência noticiosa norte-americana.
“Os lucros da LG parecem bons até agora principalmente devido ao progresso do seu negócio principal” referiu Kim Young Tae da KTB Asset Management citado pela Bloomberg.
Porém, Tae acrescenta que “o abrandamento económico a nível global vai diminuir a procura de telemóveis e outros produtos.”
Apesar de querer chegar ao final do ano a vender o iPhone 3G em 70 países, até agora o telemóvel da Apple marca presença em apenas 22 mercados. Durante a apresentação dos resultados trimestrais, a Apple anunciou porém que daqui por um mês o iPhone será introduzido em 20 novos mercados, embora não avançasse quais os países em questão.
Apesar da renitência em revelar mais pormenores, na página da fabricante é já possível encontrar uma lista dos 50 mercados que deverão receber o telemóvel em breve, entre os quais países da África, Ásia, América Central e Latina e Europa.
No primeiro grupo de países a estrear as vendas do iPhone 3G, no qual Portugal esteve contemplado, as vendas não têm parado. A empresa garante que vendeu mais de um milhão de equipamentos no primeiro fim-de-semana e que nos Estados Unidos já existem lojas que deram o iPhone como esgotado.
O modelo mais difícil de encontrar nos Estados Unidos parece ser o modelo de 16G, na versão de cor preta que, ao que tudo indica, actualmente só está disponível em três lojas e nem a Apple na 5ª Avenida de Nova Iorque dispõe de stock suficiente.
Para evitar viagens "em vão", a fabricante recomenda aos utilizadores que verifiquem previamente o número de equipamentos em stock nas lojas.